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Cristian

Deixa Pra Lá

Por Cristian December 2, 2015 806 Comentários
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Tem poucos discos que eu considero indispensáveis da primeira a última faixa. São poucos mesmo, nunca parei pra chegar ao número definitivo, mas normalmente passo trabalho pra citar 5.

Invariavelmente, com uma grande promiscuidade de parceiros nesse TOP 5, Nevermind está sempre presente. Curto Grunge, e como não poderia deixar de ser Nirvana é clássico, uma de minhas bandas favoritas. E não me venham com Foo Fighters, pra não arrumarem briga comigo: Nirvana é Nirvana. Nirvana seria como sexo com a menina mais gata que já se desejou na vida enquanto que Foo Fighters não passa de uma masturbação ocasional.

Lembro nitidamente a primeira vez que ouvi esse disco. Nos primeiros acordes me arrebatou, me pôs numa sensação de transe. São tão poucos os que conseguiram isso. Uma pena, afinal é sempre tão bom aquele sentimento de êxtase. Não confunda e nem comece uma discussão de “disco mais relevante”. Se pensar nisso, F-O-D-A-S-E! Não me interessa quem você curte, mesmo que seja Amado Batista a gente segue amigo. Fatores históricos, culturais e econômicos colocaram Nevermind numa posição de destaque, porém, não leve por esse lado. Qual o mais Fodástico de todos os tempos? Foda-se! Atualmente o meu segundo lugar é uma coletânea do Vivaldi (Música, maestro!) e o terceiro é Carmina Burana… Não necessariamente nessa ordem. Continuamos amigos? Se sim ou não, é da sensação de paixão que falo, de encantamento, que a gente não acha em quem entra nas coisas apenas pelo dinheiro ou pelo que vão dizer e quando falta tesão tudo leva a resultados medíocres. Isso explica um pouco a pasmaceira de nosso time favorito.

O título inicial que minha mente pariu pro post foi “velório”, tanto pela morte anunciada de nossas esperanças de classificação pra Libertadores 2016 quanto para o final de ano melancólico para quem sonhava estar no Japão e enfrentar um clube gigante do futebol europeu pra lavar nossa honra ferida desde 2010. Mas como não gosto de usar palavras significativas para uma coisa que tem de ser diversão, um pesamento cuspido “deixa pra lá”, “Esquece”, “Não importa”… Nevermind.

Mesmo que o Inter contradiga boa parte do que fez esse ano e no passado recente, desafiando a lógica e nos agradando o paladar conquistando a possível/”acho brabo” (sim, bipolaridade em homenagem ao desempenho do time em campo) vaga para a Libertadores, penso que independente do campeonato a ser disputado quer seja gauchão, Libertadores ou campeonato de bafo no Brique da Redenção, o time precisa de uma reformulação. Manter as peças jovens e promissoras que tiveram um bom papel nesse ano, dos quais destaco Alisson, Valdívia, Rodrigo Dourad, Vitinho-woods e Sacha. Facilitar a saída de um pessoalzinho da pesada que vem se metendo em confusão e baixo desempenho, dentre os quais eu incluo (com aperto no coração) o D’Alessandro. Mesmo que sejamos apaixonados pelo já mítico gringo, está sendo ruim até mesmo pra ele seguir mais um ano no Inter. Joga muita bola? Sim. Acho que dá pro gasto e acima da média do que o mercado e a condição econômica do Inter permite? MUITO! Mas, vá lá, colocamos isso na conta do “Bolivar feelings”. Um cara como ele tem de sair antes de começar o declínio definitivo, pois, deixar em nossa mente a dúvida do “ainda dá” eterniza ele em nosso sentimento. Daqui três anos ele vai estar em qualquer escalação de “Inter dos Sonhos”. Ele merece sair agora, pra que quando citarmos o nome dele, depois de um leve suspiro, com um sorriso esboçado nos lábios a gente fale: “aquele D’Alessandro…”

A gente sabe que é barbada um ídolo virar persona indesejável. O gringo por tudo que fez não merece a sensação de ressaca, tipo aquele cara que sempre fez festa tomando vodka, mas depois de um porre não pode nem ver uma garrafa perto. D’Alessandro merece um espaço carinhoso na nossa história, uma estátua no “Campo dos Sonhos” imaginado pelo The Boss, mas vá lá, precisamos de espirito mais jovem no time, um time que cheire… Like teen spirit.

 

Treinador é outra parada braba. Não adianta trazer o Pepe Guardiola se o presidente do clube tem vocação em tratar com gente bronca como ele.

Golias_crides

“Ô! Cride, fala pra mãe! Que o Cristian sempre quis o Falcão. Mas sei: nevermind

Não que nosso presidente tenha o talento e carisma do falecido Golias, que fazia o Bronco. Nosso bronco é tosco mesmo. Tosco por tosco, multa por multa… possibilidade por possibilidade. Deixa o Argel e chega de por dinheiro fora. Chega um dia em que ficamos calejados de tanto técnico diferente com o mesmo ciclo. Será mesmo problema só do treinador ou “distribuidor de coletes”, conforme o caso? Sem reformulação efetiva do elenco, da mentalidade e da alma do time é melhor sermos práticos. Pelo menos, quem sabe, até o final do ano que vem ele aprende a falar palavras no plural. Fora isso, com ele no comando e mantendo-se a maioria das peças que o time tem hoje, mandando embora os talentos novos (tudo como de costume), não vou nutrir nenhuma esperança além da melhora do português “dizido” do Argel.

Por fim, mas não menos importante, é preciso Foco. Tudo bem que estamos numa mierda agora por conta de erros estratégicos. Mas esses erros passaram longe, mas MUITO MUITO MUITO longe de serem concentrados no Diego Aguirre. Técnico de primeira, preparação física de quinta. Não dá pra ter tudo na vida… Mas com certeza as coisas ficam mais difíceis devendo-se quase R$ 50 milhões em salário para os jogadores, e nesses jogadores incluir-se Nilmarreca, Aranguiz e outras perebas e/ou mercenários. Excetuo apenas o Dida, que apesar de ser nosso gandula mais caro, acredito que ele foi fundamental na evolução do Alisson.

Assim, quando falo de foco, é baixar a bola e concentrar as forças numa competição só. Nisso só peço três coisas: que a concentração de esforço seja na mais importante, que mantenham a folha em dia e que não tenha nenhum jogador que mande reduzir o ímpeto quando é para matar o jogo e garantir a classificação. Isso de segurar ímpeto, é o que me motiva a ver mais o D’Alessandro eternizado em bronze do que em outro jogo pelo INTER. De resto, que as coisas “venham como são, como eram… Como quero que seja… Como um amigo, como um velho inimigo… Que venha no seu ritmo, venha depressa”

 

 

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