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Cristian

Era Uma Vez No Oeste

Por Cristian October 4, 2016 0 Comentários
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“Foi bonito, foi… Foi intenso, foi… verdadeiro… “

Vitinho, el pistolero, ataca novamente: mais um gol que vale três pontos. Podemos creditar boa parte do mérito pela ascensão do time no começo do campeonato, sem esquecer do William, a Danilo Fernandes (não tomar gol) e ao Vitinho (fazer gol) sem nenhum receio de errar. Mas, o melhor jogador sempre foi a torcida. Se tem uma coisa que enche de alegria em ver os jogos do INTER é a torcida. Ela não deixou o time apagar e teve um retorno que me deixou maravilhado:

 – VAMO! VAMO! INTER!

É muito bom poder ouvir esse grito de volta, saindo a plenos pulmões da galera que está no estádio. Eu acho esse o melhor grito de torcida de todos os tempos. Não tem como não ficar pilhado. Com a torcida entoando é quase como ver um filme épico em que o exército avança para o ataque em uma grande batalha. Ele é curto, com significado e vibrante… Perfeito!

Da vovó de 90 anos até as crianças que recém aprenderam a falar, passando por todas as faixas etárias, não precisa ser nenhum frequentador assíduo do estádio para aprender rápido, no máximo na segunda vez que ouve, e estar apoiando o time em um grito uníssono.

Assim, estou longe de ser um apologista a torcidas organizadas. Se algumas pessoas querem se juntar, irem juntas ao estádio e fazer seu batuque, isso não me diz respeito. Só não acho justo dizer que isso influencia o time. Na maioria das vezes se nota no estádio aquele batuque ao fundo com seus cantos de letras elaboradas que a maioria não acompanha. Nos anos setenta, pelo que alguns já relataram aqui, a torcida tinha um assobio, algumas palmas e todo mundo era feliz. Ninguém era mais ou menos colorado por isso.

Sou apologista da simplicidade, da alegria e da diversão. Agora, por outro lado, quando o estádio todo começa a cantar em uníssono não tem como não sentir a vibração e ficar arrepiado. Por isso minha paixão pelo:

 – VAMO! VAMO! INTER!

Esse foi um grande retorno. A comunhão de propósito tem força. Tanto é verdade que o lindo espetáculo proporcionado pela nossa torcida no Gigante prova isso. Quando o INTER conseguiu perder para o América-MG eu joguei a toalha. Não conseguia ver nenhuma perspectiva de recuperação. Agora, influenciado pela torcida, vejo como provável ganhar cinco das próximas 10 partidas.

Por conta disso, gostaria já de vacinar alguns sobre um fato. Não podemos confundir obrigação com redenção. A equipe chegou ao fundo do poço por conta de uma série de erros crassos. Não tem como desculpar. Então, fazer o time cumprir a obrigação mínima, se manter na primeira divisão, na última hora traz este problema: confundir o valor das coisas. Alguns vão dizer “há! Nos salvamos por conta de Fulano”. Não, gente, quase morremos por causa de Fulano, Beltrano e Cicrano. Não tem redentor. Basta lembrar que essa mesma torcida que é tratada como rei na tempestade, já foi convidada a pagar mais de R$ 100 para assistir jogos de gauchão em épocas de bonança.

O clube tem de lucrar? Óbvio que sim! Precisa fazer caixa para se manter competitivo, isso é elementar. Mas não para pagar salário a Andershows e Rafaéis Moura da vida. As vezes a gente erra em nossas avaliações, como todo mundo. Quem dentre nós diria que o goleiro reserva da Roma (Alisson) não ia fazer a menor falta? Mas a maioria dos casos não é isso que ocorre. Quando os nomes aparecem, nos comentários do blog é um saber notório de que a contratação não vai dar certo. E quem responde e paga pelos erros? A mesma torcida que só deveria torcer. Já que dirigente dirige, porque ele não paga pelos erros também?

O Mario Sergio Cotella tem um vídeo em que ele diz que o pessimista é vagabundo. Não concordo muito com isso, já que vejo exister diferentes graus de “otimismo” e “pessimismo” em distintas realidades. Por exemplo, nos últimos anos do Inter, especialmente após a última eliminação da Libertadores, ser otimista está mais relacionado com “ser alienado” do que para ter uma visão positiva da vida.

Foi preciso muita força de vontade para se manter otimista. Mas, agora, não existe mais forma de encarar o campeonato que não seja jogo a jogo, rodada a rodada. Não cabe mais plano maior do que vencer o próximo jogo. E, depois de tudo passado, não esquecer da história de quem levou o clube a essa situação. Quem cogita comemorar ter ficado na primeira divisão não merece meu respeito, isso é obrigação.

 

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