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Mauro Loch

Hellmans

Por Mauro loch January 22, 2018 0 Comentários
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Bem, já temos dois jogos do time principal, e três esquemas diferentes.

No primeiro jogo, Odair armou o time no 4231, e, repetindo os erros passados e bem frequentes desse esquema, isolou os extremas, Camilo e Potker, centralizando D’Ale.

O que se viu foi um time sem corpo, com tentativas de furar a defesa adversária por meio de seus volantes, e uma profusão de erros de passe, inclusive do D’Ale. Uma única jogada trabalhada, com Winck.

O time apresentou, nesse primeiro tempo, uma ideia diferente do futebol dos anos passados, excluído o tempo do Aguirre. Houve nítida orientação para a saída de bola compassada, com o recuo de Edenilson, e por vezes D’Ale, para organização das jogadas. Os laterais podiam se projetar, mas a ligação direta foi evitada ao máximo, mesmo com uns poucos lançamentos diretos para os laterais.

É uma novidade no time, no clube, e, por assim ser, levará um certo tempo até ser implementada como ideia, e correrá riscos, como ficou evidente quando o Veranópolis adiantou a marcação complicando a saída de bola. Ainda assim, o chutão foi evitado.

No segundo tempo, Odair mudou o time com os mesmos jogadores. Liberou Camilo da extrema e permitiu que ele flutuasse mais pelo meio, e recuasse um pouco também, aproximando do D’ale na criação de jogadas e passes mais curtos, ao mesmo tempo em que colocou Potker com postura de atacante. Não propriamente, mas formou o time no 442, e rendemos mais.

Talvez a entrada de Iago, bem voluntarioso, tenha ajudado na abertura de espaços, mas o time foi mais criativo, trocou mais passes objetivos e Edenilson participou do jogo mais perto da área adversária. O gol também ajudou.

Já no jogo de ontem, com os reservas, Odair adotou outro esquema, com 3 volantes e Marcinho fechando o meio, mais para o 433 do que o 442. Nico jogou flutuando entre o meio e direita, mas apareceu também do outro lado. Roger, mais adiantado, pouco apareceu.

O time sem controle de bola resultou no óbvio, chutões, ligação direta e jogo no contra-ataque. Mesmo com mais posse de bola, o Inter finalizou menos, e o Novo Hamburgo, de 10 finalizações, 8 foram de dentro da área do Inter. Ainda, a bola aérea defensiva quase sempre resultou em entrevero na área colorada. Ou seja, empilhar marcadores e defensores não significa uma boa defesa.

O que de repetitivo nos dois jogos e 3 esquemas foi, infelizmente, os passes laterais entre os zagueiros e goleiro.

Certo que, contra equipes se defendendo, os passes laterais servem para a busca de espaços e virada de jogo sem muito risco, mas o time exagerou, nos dois jogos, nesse item, testando a paciência da torcida. No primeiro jogo, no primeiro tempo, abusou do expediente, talvez pela orientação da saída cadenciada, e no segundo jogo, o chutão e a ligação direta foram muito mais presentes. O campo pesado e a chuva constante com certeza atrapalharam qualquer outra tentativa, mas a formação de um meio sem jogador com capacidade de conduzir a bola, acho que produziria o mesmo efeito em um gramado em boas condições.

Disso tudo se extrai que ainda não se sabe o que Odair quer do time principal, se adotará o esquema de isolamento dos extremas, como fizeram Argel, Zago e Guto, ou vai permitir uma aproximação maior do meio, seja lá como for composto, para criação e evolução das jogadas, ou se vai adotar o esquema de marcadores sem qualidade de condução de bola, contra-ataques e ligação direta.

A amostragem é muito pequena, Odair nem tem todos os jogadores inscritos à disposição ou em forma minimamente adequada, e acredito que nenhuma das escalações refletiu o time que terminará o Gauchão como titular. Se, por um lado, o primeiro jogo mostrou que Odair é capaz de mudar a forma de jogar com os mesmos jogadores, o que é uma boa qualidade, o segundo mostrou que, na dificuldade, é também capaz de retornar ao esquema seguro de se livrar da bola e jogar no erro do adversário.

Enfim, ainda não sabemos qual é a verdadeira maionese.

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