Vamos trabalhar com flashbacks… Voltemos a fatídica Copa do Mundo no Brasil. Trágica, pelo menos para a população do Brasil e, também, para a seleção brasileira de futebol.
Na primeira semana de julho, ano 2014, Luiz Felipe Scolari chama repórteres para uma conversa. Nada demais para o técnico de uma das principais equipes da competição e anfitriã da festa.
MAS, pera lá… Entrevista? Nada disso! Aberta a toda imprensa? Muito menos! Felipão chamou apenas meia dúzia (isso mesmo: 6) repórteres para uma conversa privada, secreta, restrita e que gerou o maior disse-que-disse até então (ha! A Alemanha…). Adivinhe o nome de um dos jornalistas, quem será que foi um dos ungidos? Juca Kfouri (se tiver dúvidas clique aqui).
Antes da carta da Dona Lúcia…
Pelo menos ao que parece, especialmente por aquele evento, o Felipão tem uma relação próxima com o jornalista Juca Kfouri.
Cá entre nós, Felipão nunca pode ser considerado uma pessoa que moderniza o esporte e colabora para o avanço tático e técnico no futebol mundial. Podemos até considerar ele como técnico competente e sendo de fato em muitos casos. Muito menos considerado um treinador avesso a violência no esporte.
Seguindo, um pouco mais atrás…
Notem quem é um dos jogadores que corre do lado dele durante a reportagem. Nosso futuro treinador Argel. Seguindo, algumas rodadas a frente, seja por deboche ou vontade ele manda seus jogadores serem desleais com os atletas do outro time.
Agora liguem os dois pontos e me respondam: teria alguma moral o sr. Juca Kfouri pra chamar o Argel de desqualificado, zagueiro tosco e que manda bater nos outros jogadores SEM provas? Acho que ele falava do amigo dele, o sr. Scolari e se enganou quando pronunciou o nome já que ele não tem a documentação de fatos que mostrei acima pra comprovar o seu teorema.
Jornalista, TODOS, tem de ter a convicção de que não são os donos da verdade, ao passo que devem ter uma relação próxima com a realidade. O que mais incomoda não é a parcialidade, mas, sim, a parcialidade velada disfarçada de imparcialidade (que não existe). Como se, por exemplo, dizer que não torce pra time de futebol desse direito de distorcer a realidade tornando o mundo de um paradisíaco enquanto que o outro pisa estrume.
O profissional pode e deve fazer uma cobertura sóbria. MAS, nunca teremos isso enquanto que os babacas (esse termo serve para quem faz isso… que pegue seu chapéu) se escondem covardemente atrás da cantada “imparcialidade” para distorcer os fatos conforme seus interesses. Qualquer semelhança de conduta BABACA com alguns setores da imprensa esportiva sulista NÃO é mera coincidência…
Os que leem mais seguido minhas postagem sabem que não considero o Argel o melhor treinador para o INTER. Isso é uma coisa, agora desqualificar o ser humano Argelico ninguém tem o direito nem o espaço, muito menos proferindo as baboseiras caluniosas tendo os amigos que tem E sem nunca ter falado nada sobre o tema violência no esporte do seu amigo da serra gaúcha. Os leitores mais assíduos sabem que considero o Argel um cara de boa índole, com uma história de vida com muita superação, com identificação, tendo o mais raro que é gratidão, com o clube que eu convidaria fácil para um churrasco.
Assim, malandro… Mexeu com um dos nossos, a gente já chega de voadora!
PS: Não foi gol de mão, PORRA! O Batista precisa parar de agir como mulher apaixonada traída.


