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Cristian

Pregão

Por Cristian September 9, 2015 136 Comentários
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Qual a cotação do Inter hoje?

Nosso time favorito está em alta ou em baixa?

A avaliação do mercado é justa com o real valor do time?

Oscilação, retorno do valor investido… É um time de futebol que parece uma empresa com ações negociadas na bolsa de valores. Mas, sinceramente, em alguns momentos tanto faz já que alguns setores da imprensa esportiva gaúcha não entende nada de uma coisa ou outra e acaba malhando o INTER de qualquer jeito.

O que se nota é uma oscilação no comportamento do time a alguns anos que pareceu estancada no início da era Aguirre, mas que voltou com toda a sua força quando ele começou a soltar a corda. Naquele malfadado momento em que tudo mudou e não gosto muito de falar, parece que dá azar (cochichando: parada da Libertadores para a Copa América).

Mas a gente perdeu o rumo no primeiro jogo contra os mexicanos. Naquele exato momento em que o D’Alessandro pediu para o #PokoPika #PokoTemJogado reduzir o ímpeto logo depois de fazer o gol contra o Tigres… Naquele exato instante o ano era jogado pelo ralo.

Mandar Aguirre embora antes do grenal? Poderíamos ter perdido de 15×0, como ganhado de 4×0. Futurologia de um passado remoto não muda o presente. Mas dispensar o técnico que conduziu o time até a semi-final da Libertadores? Isso é coisa que não se faz. Enquanto isso a ação INTER3 só despencava…

Um time semifinalista do torneio continental era tratado como uma equipe de várzea pela imprensa. Até que após a saída do Aguirre chegam os três principais reforços do ano: R$ 42 milhões, saída do Nilmercenário marrequinha e a saída do Aranguiz, aquele que nunca chegou do chile.

Daí em uma semana: MILAGRE! O time começa a correr! Olha só! Que Legal! O Argel estudou pra ser técnico e bruxo, porque, não tem outra explicação pra isso. Uma semana pra mudar o patamar da preparação física de senhor senil de 60 anos pra guri com todo leite de 20? Fala sério! Não tem como fazer uma mudança tão drástica em menos de quatro meses. Com sorte em três meses. Já seria um milagre dois meses. Uma semana? Só falta de profissionalismo explica.

Se foi mau-caratismo em estado puro, efeito técnico novo ou um pouco de cada só Deus vai saber. De resto a noite de Porto Alegre pode contar suas histórias. Com que autoridade eu digo isso? Com a autoridade que me proporcionam algumas estudos de educação física e fisioterapia, livros de fisiologia do exercício e afins, assim como praticante, só pra citar alguns: 5 anos de judô, 2 anos de natação, 7 anos de Montain Bike, 26 anos de corrida de rua…

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Mas daí um gaiato, sempre ele trazendo o benefício da dúvida… até vou chamá-lo de Seu Gaiato! Pronto, agora o benefício da dúvida é um torcedor também. Bem, daí o Seu Gaiato chega e diz: “grande coisa, o cara pode passar fazendo uma coisa por 50 anos e fazer errado”.

Pode, realmente pode. Não só pode como acontece. E tem gente que ganha dinheiro por aí fazendo errado nas mais diversas profissões. Por exemplo, basta ver a penca de maus técnicos, péssimos jogadores e maus repórteres esportivos que não tem como contrariar essa verdade.

Isso que citei não me dá credencial alguma e nem mencionai para isso. Não estou largando meu curriculum pra ser preparador físico ou técnico do INTER (ainda). Menciono apenas para que entendam que não falo de achismos ou do conforto de meu sofá. Escrevo aquilo que sei pelas reações do meu organismo nas diferentes modalidades durante e nas diversas fases de minha vida até agora: da pré-aborrecência até os 35.

Por isso afirmo: o que matou o Aguirre e fez ele perder a mão quando lhe faltou R$ 42 milhões no bolso de seus meninos que precisam tomar banho frio para poupar luz porque tem pouco dinheiro. É triste ver um time com potencial se desmanchar por vaidade e falta de empenho. O uruguaio não é (ainda) técnico de Champions League mas vinha quebrando bem o galho. Eu gostava do trabalho dele até a parada. Se ele tivesse ganho a Libertadores vocês estariam todos com ele no altar, menos o CJR-SP que sempre disse que o Aguirre é técnico de quinta divisão, que por sua vez é apaixonado pelo Mano Menezes, aquele mesmo que quase rebaixou o Flamengo em 2013. Só não rebaixou porque pediu demissão antes e nem o diabo rebaixa o time da Gávea… Pra ver como isso não é uma ciência exata.

Onde eu quero chegar, afinal, com esse monte de histórias soltas? Bolsa de valores, vontade, preparação física, salários, imprensa esportiva ops! desconsiderar esse último

Basicamente quero dizer que deixamos de ser um clube focado em futebol para virar mais um ativo financeiro.

Nos investimento financeiros tradicionais o risco é sempre do investidor. Mas, ao que parece, o risco do negócio no caso do INTER passa ao consumidor final: a torcida.

Somos obrigados a engolir volta e meia mentiras mal contadas, ou com tantas versões via imprensa que fica difícil saber ao certo o que é verdade.

Quando, por exemplo, o jogador tem uma negociação promissora sempre tem com quem dividir o lucro. Porém, por outro lado, quando a transação dá prejuízo o ônus é sempre do clube onde, entende-se, torcida que vai ter que pagar o mico comprando produtos, ingressos e aturando um produto final de baixa qualidade – péssimos jogos. Entendam, acertos e erros são normais que aconteçam em qualquer ramo, não há nada de estranho nisso. Qualquer bom trabalhador, seja jogador de futebol, contador, advogado ou encanador pode não se acertar com sua nova equipe de trabalho e não render seu melhor.

Mas, precisamente no caso dos jogadores do INTER, que pode, seu valor financeiro no mercado da bola (ó o linguajar financeiro de volta) ser considerado patrimônio, só os abacaxis são da “viúva” (o INTER). Quando a transação tem lucro SEMPRE tem com quem dividir. Só não aparece rateio pra arcar com prejuízo.

Lucro não é problema ou pecado. Dinheiro ganho honestamente, seja em que trabalho ou na quantia que for sempre vai bem. Acho bonito o esforço e empenho ser recompensado de maneira que a pessoa possa viver melhor. Ainda mais quando remunera-se um trabalho bem feito. Mas, ultimamente não passamos disso: um bolsão de investidores, onde alguns acabam lucrando de um jeito ou outro… Menos a torcida.

Por exemplo: fala-se em vender o Alisson. Qual o interesse da torcida nisso? Para o dinheiro entrar, ter a tradicional divisão e a torcida assistir ele se esvair em contratações tão milagrosas quanto ruins e gastar-se muito mais tentando repor a peça perdida? Afinal, quanto custa ter um Muriel no gol que a cada 2 bolas chutadas em gol 3 entram? A terceira é a que ele sempre espalma pra dentro do gol, da área… Não sai muito mais caro jogar pontos fora? Não traz muito mais valor ter um jogador formado no clube dono da posição? Imagina o retorno em vendas de camisas (SIM! Aquelas que nunca tem em estoque!), souvenir, fotos, divulgação, baile de debutantes… Tá! Exagerei no último. Ou não?

Bem…

Por outro lado temos jogadores que não se comportam profissionalmente. Na primeira insatisfação seja justa (não pagamento de valores devidos) ou injustas (beicinho por qualquer motivo, ressaca, etc) não se esforçam e fazem péssimas atuações em que o clube não tenha proteção jurídica, por contrato, em cobrar formalmente o atleta.

Penso que essa relação clube-jogador deveria ser equilibrada e justa para os dois lados, mas parecemos sempre reféns de um Nilmar ou Aranguiz da vida que joga um jogo bem em sua vida no INTER e fica sempre sendo a eterna promessa, onde a culpa do trabalho porco que apresentam é só do técnico, não de serem maus profissionais. Fardar, treinar, demonstrar interesse nos jogos e chegar no horário não é mérito nenhum, nada mais do que obrigação básica.

Por isso tudo, temos, como torcedores, de parar de dar moral pra boleiro por causa de um ou outro jogo fora de série pra que não sejamos sempre reféns de caras que veem o clube apenas como trampolim para um contrato melhor sem entregar valor. E se querem saber, eu nunca tive respeito algum com quem está mais interessado na promoção do que entregar um trabalho decente; Nunca respeitei empreendedores de laboratório, aqueles que se escondem dos riscos (seja pelo subsídio do governo ou da torcida)… Merecemos muito mais que isso que vemos tendo, até porque não se gasta pouco nesse brinquedo caro. Mas que pra isso aconteça temos de nos informar e cobrar! Senão viraremos como as ações daquelas empresas do grupo X muita gente dizia que seria coisa grande e todo mundo sabe como acabou.

Por hoje espero um bom jogo, ou, em outras palavras, só espero que nossa cotação aumente!

 

Saudações Coloradas!

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