Luigi deixou um rombo de 62 milhões de reais nos cofres do clube (49 de déficit + 13 de adiantamento de receitas).
Essa notícia aqui de 19 de novembro de 2014, informa que a partir de 1º de janeiro de 2015 contratos envolvendo empresários só poderiam durar um ano e a partir de 1º de maio de 2015 empresários não podem mais estar envolvidos (diretamente).
Coincidentemente, no mesmo dia 19 de novembro de 2014, como nos informou o André Flores, 10% dos passes de 4 jogadores do Inter foram vendidos por EU$ 1 milhão ao Sonda. Como foi feito antes de 31 de dezembro, não há limite sobre o tempo de contrato dos jogadores, assim, clube e investidor podem esperar o melhor momento para a venda.
Piffero mencionou recentemente investimentos parcelados “em dois, três, quatro anos” (em novos jogadores), teoricamente sem a participação de empresários.
Neste ano, a direção tem “permitido” (ou seria incentivado?) ao treinador escalar a gurizada da base, dando-lhes chances, insistindo e promovendo seus nomes.
Rombo, negócios de última hora, mudanças nas regras da FIFA, aproveitamento da base.
Curiosas coincidências.
ps.: Como de costume, posso estar errado. Mas até que estou confiante pra hoje. Veremos!