3.6
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Confesso-lhes que cogitei fazer a parte dois do meu post da semana passada, afinal, parece que o título ainda cai como uma luva. Também pensei em nem escrever nada, afinal, tenho o feito em uma rede social com raiva logo após os jogos e depois me arrependo. Não do que escrevi, mas de ter escrito. De igual modo, o grupo do zap dos Colorados da família foi implodido ao passo que neste momento conta, apenas, com dois integrantes. A lógica seria até acabar com ele, mas aí lembrei que é melhor passar raiva com o Inter ali do que azedar no privado.

Enfim, os dias de torcedor do Internacional tem sido cansativos, irritantes e desoladores. As vezes, considero que o Inter atual lembra aquele da década de 1990, digo nos resultados, pois no que tange a vontade, brio e dedicação dos jogadores, ainda penso que era melhor no passado.

Resolvi, então, que o título seria um singelo “sem título”. Aliás, definição preponderante à atual direção.

Há algum tempo, a cada término de partida, tenho achado que o Coudet em verdade não está mais afim de treinar o Colorado e, com isso, a apatia em campo se reflete à sua própria. Ai passado aquelas horas de fúria, pondero minha própria opinião. Leio alguns comentários, dentre eles do colega Mauro Loch, sempre polido e de qualidade ímpar. Também temos discutido mais a situação do time no grupo do BV no whatsapp. Penso e logo acho que temos que seguir com o mesmo treinador, ao menos por ora, a julgar dois pontos relevantes:

O primeiro que não tem outro que possa efetivamente fazer alguma coisa em dois meses que restam ao término da gestão atual. Fala-se em Abel Braga. Convenhamos, há cinco anos não faz um bom trabalho, não sei se aceitaria um contrato de dois meses e lá em 2016, quando efetivamente precisávamos dele, dizem que não quis vir com a justificativa que não pegava trabalho em andamento. Mas e o Cruzeiro ano passado? Afora seu triste dilema pessoal. Em suma, na vida tudo tem início, meio e fim. Vamos virar o disco, por favor.

Segundo que o time de Eduardo Coudet já apresentou um bom futebol. Já nos iludiu ao menos uma vez. Se é só ilusão, admito que ela mais cedo ou mais tarde acaba com os olhos abertos, mas, e se não foi só isso? Não é simples perder o melhor centroavante das américas; não é nada bom perder o melhor lateral direito que temos em muito tempo. Não temos um articulador titular, um dono do meio campo, um capitão(!); perdemos um bom jogador que é o Edenilson (o que ainda aí está é apenas um fantasma); será que Patrick virou titular pela bola ou por falta de opção? Acho que a resposta todo mundo sabe; afinal.

Melhor manter Eduardo Coudet. Afora que a multa, dizem, é astronômica neste momento. Trocar também na maioria das vezes não dá certo. Li um apanhado numa rede social que na última década somente Guto Ferreira teve aproveitamento melhor que seu antecessor, quando a troca foi feita em meio a temporada. Alguém aqui tem saudade do Guto Ferreira? Pois é.

Mas é bem verdade, também, que Coudet tem que se ajudar e muito. Embora eu não ache o Musto uma tragédia por completo (é melhor que o Linsoso), tem que parar de insistir em ambos ao mesmo tempo dentro de campo. Se é para passar raiva que seja com Johnny no time, simples. E se Zé Gabriel voltar para sua posição de origem? Acho que Moledo não pode mais sair do time. Divagações…

Por fim, Coudet, blinda o vestiário e esquece os perdedores. Acorda para a vida e faz este time ganhar. E que siga treinando o time ao menor por enquanto. Afinal tem clássico sábado e este de regra arruma ou desarruma a casa de vez.

Expectativa para o greNAL? Nenhuma!

Ou seja, este post está sem título e muito provavelmente sem lógica. O Inter, de fato, perturba a cabeça de qualquer um.

 

P.S: O Atlético Goianiense será nosso adversário na Copa do Brasil. Podia ser melhor e bem pior também.

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