4.6
(12)

Pode não parecer, mas o jogo de hoje deveria ser o único (ou principal) assunto no tocante ao Internacional. Só que para não perder o embalo das crises diárias que, ou surgem ou são impostas, claramente a partida virou segundo plano. Mas falemos dela. Um jogo que parece mais fácil diante do sucesso no primeiro jogo, podendo jogar com o regulamento que nos permite até empatar. Porém, não sei se será tão simples assim e arrisco dizer que tem tudo para o fim da noite vir recheado de drama (quiçá pavor, irritação, ódio e fúria). Ganhamos lá, é verdade, mas aos tropeços; até para errar o pênalti Galhardo se esforçou. Viemos dum dos maiores vexames da nossa história recente e a noite de ontem pregou peças na maioria dos times favoritos, inclusive naqueles que venceram o primeiro jogo; afora nosso histórico. Sinal de tragédia? Por ora, contudo, estou ainda otimista e confiante. Por ora.

Boatos que joga Daniel no gol; mas Marcelo Lomba está prestes a completar 200 partidas com a camisa Colorada e a lógica é jogar pela “festa”. E pensar que nem Fernandão atingiu essa marca… É minha gente, não há como passar impune a um escárnio como esse. Os mesmos mexericos dizem que joga Johnny. Eu até poderia estar feliz com a notícia, mas daí lembrei que no jogo passado Lindoso ainda estava em campo quando deveria já vestir a camisa do Santos. Ora, se é preciso dar um voto de confiança à direção, eles também precisam se ajudar. Segurar esse negócio pela lesão do Dourado é inimaginável, convenhamos. No mais, o time parece ser mais do mesmo. Meu receio que seja assim também na forma de jogar, no empenho e na vontade dentro de campo. Se for, logo saberemos que a história de intervenção do vestiário é pura balela e qual o destino que o técnico irá tomar logo, logo. Aliás, para não dizer que me furtei do assunto, repiso o que venho falando desde domingo: só estão esticando o velório duma queda inevitável.

No mais, o que ronda hoje é a venda do Praxedes. Ânimos exaltados, nos prós e contras. Aliás, contra mesmo está aquele ‘influencer’ que não vai muito mamava nas tetas do clube, ganhando uma bela grana para passear, comer churrasco em jantas do consulado e pedir estátua para o presidente que deixou um rombo estratosférico nas contas do Clube. Só por aí, o fato dele não gostar, já é o suficiente para julgar se tratar um bom/razoável negócio. Pois vos digo o seguinte: queria mais pelo jovem jogador? Sim. Havia melhor proposta? Não. Precisava vender alguém? Sim. Tinha alternativa? Não. É o mais puro reflexo de anos e anos contratando jogadores medíocres a peso de ouro. Concluo, portanto, que se tivesse eu com a caneta na mão e precisasse decidir, venderia também, nos termos que estão sendo aí apresentados.

É o que temos para hoje! Para amanhã, bem, espera-se melhores dias, de glórias. A começar pela classificação às oitavas da Copa do Brasil.

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