Sim, é no sábado….

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Parafraseando Nei Lisboa, não adianta chorar o whisky derramado. Sim, estamos na B, e a estreia é sábado, assim como os jogos serão na sexta e terça também. Fizemos por merecer, e mesmo que não tivéssemos feito, é a nossa realidade.

Ainda não digeri bem, nem troquei o pacote da tv, nem sei se vou trocar. É como aquele exemplo do Veríssimo, sobre o abstêmio que mantém a adega apenas para provar o tamanho da sua renúncia. No meu caso, não é renúncia, é fato.

Na quarta, assisti um pouco do jogo do Santa Cruz, para ver como estão nossos adversários, mas não consegui seguir. Outros jogos bem mais interessantes ao mesmo tempo me tiraram a atenção, e mesmo porque o jogo estava ruim, mesmo contra um time de série A.

Nossa propaganda oficial deixou um pouco a desejar. D’Ale não caiu, Valdívia não dá muitos indícios de que possa se levantar. Danilo e Dourado estão bem colocados, e, dos que restaram, parece que foram os únicos constantemente indignados.

Mas a frase de efeito é que me preocupa um pouco. Acho que importa sim como caímos, principalmente para não repetir os erros da queda, que redundariam em nova queda ou na permanência, ambas situações trágicas.

O pior é que no primeiro time, que parece será escalado pelo sobrevivente Zago, não parece ter assimilado porque caímos.

Mesmo sendo apenas 1, Fabinho é um dos retratos da queda, do mau futebol, do jogador que não tem condições de vestir a camisa do Inter, mesmo na série B. Time grande, para sair da série B, tem que ter time de série A, e Fabinho é jogador de série B, pelo simples fato de que, em sua carreira, só jogou em times de série B, e quando jogou em time de série A, o time caiu.

Esses indícios reportam que talvez a diretoria não esteja se importando como caiu, e pode cometer os mesmos erros da diretoria passada, até porque segue sendo do mesmo grupo político que comandou a queda.

Este mesmo grupo parece não ter visto que, contra times de série, B, C e D, fizemos 17 jogos e tivemos um aproveitamento que não nos faria subir, e o diagnóstico foi de um simples lapso, não da falta de um trabalho convincente do treinador e das opções do elenco.

Nem vejo tantos problemas no elenco, principalmente com os ingressos de Potker, Cirino, Danilo e Gutierrez, que, tirando Potker, todos ainda precisam mostrar alguma coisa, mas é notória nossa carência no meio campo, e as promessas de contratação para o setor ficam sempre no quase ou na desinformação.

A não ser que o diagnóstico seja de que não precisamos de meio campo, mas de defesa e ataque, e aí encorpam minhas preocupações de que realmente a diretoria não se importa como caiu.

Author: Mauro loch

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