Ano Perdido (A Verdadeira Felicidade) | BLOG VERMELHO : Sport Club Internacional

Ano Perdido (A Verdadeira Felicidade)

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Medeiros, o presidente surfista, é com você: ainda esperando o Paulão ir embora para outro time

Não temos controle sobre muitas coisas na vida. Para não dizer que não temos controle sobre nada, posso citar que temos controle sobre nossas reações com o que acontece a nossa volta. Mas, como muitas vezes não temos controle sobre nossas emoções… Não temos controle sobre nada.

Nas duas decisões que passamos vencendo uma disputa por pênaltis, para nossa sorte, eu acredito que estava mais nervoso do que os jogadores do INTER que bateram as cobranças. Sinceramente, não consigo imaginar o elenco do ano passado conseguindo reagir e buscar o resultado conseguido pelo elenco desse ano.

Ano passado não me identificava com a equipe, com as atitudes dos jogadores. E isso, muitas vezes era mais decepcionante que o resultado por si só, pois, ânimo fraco traz resultados pífios.

O herói improvável

Esse ano, ao contrário, apesar dos pontos fracos e insistências do treinador em alguns atletas, a equipe tem trabalhado com vontade para conquistar os resultados necessários. É um time com vontade de vencer. Isso é o mais importante de tudo. Podemos não concordar com nada referente ao futebol, mas uma máxima que temos como torcedores do INTER é que não aceitamos, sob hipótese alguma, um time acovardado.

Melhor e Maior: MONSTRO!

E isso é traduzido nas atuações do D’Alessandro. Parece que o ano jogando no River Plate fez bem ao nosso camisa 10. Esse ano fora fez ele voltar maior e melhor. Maior em vontade e valor moral e melhor tecnicamente. Não sei se isso passa por tudo que tivemos de enfrentar em 2016 que, naturalmente, reduziu nosso nível de crítica e exigência com el Cabezón… Fato é que suas atuações estão de encantar os olhos e nos encher de orgulho. Se o D’Ale 2017 fosse o que tivesse chegado para jogar em 2008, ele estaria hoje para nós ao nível próximo de um Pelé.

Maduro, resolvido financeiramente e ainda jovem. Por que diabos o D’Alessandro joga cada partida como se fosse jogo de Copa do Mundo? Não estou dentro da cabeça dele pra poder afirmar sem erro, apesar de ter espaço, mas imagino que ele esteja apenas sendo feliz.

Basicamente existem duas maneiras genuínas de estar feliz: o dever cumprido e o bem realizado. Cite uma única vez que ao atingir um objetivo e perceber que isso produziu bem e distribuiu alegria aos seus não trouxe sensação de felicidade. Não existe, pois essa é a única forma de estar feliz verdadeiramente.

Assim, somos eternas consequências do que escolhemos fazer. É isso que o time desse ano sabe inconscientemente e o rebaixado (assim como o mazembado) não sabia. Gostamos de ouvir que tudo tem uma justificativa e que isso acabe como uma história de redenção. Mas, isso de heróis e vilões, é para roteiros e livros. Caímos por conta de incompetência que por anos a fio acumularam erros – essa é a realidade. Assim, é preciso humildade, trabalho sério, competência e entrega a um objetivo para que ele possa ser alcançado.

Espero que consigam chegar até o final do ano jogando com comprometimento pois, também somos filhos de Deus e temos direito a nossa fração dessa felicidade (e que venha em títulos, por favor).

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Cristian

Author: Cristian

Brasileiro! Não desiste nunca...

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