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Meu grau de irritação (para não dizer fúria) com a atuação patética do time do Internacional na última segunda-feira foi tamanha que, inclusive, deixei o grupo Colorado da família, antes que eu xingasse quem não precisava. Também pensei em encerrar minha estada aqui pelo BV. E a justificativa é uma só: venho tentando trazer uma mensagem otimista, quase sempre, por aqui. Mas como fazer isso depois de, novamente, não jogar nada contra o fraco time da Chapecoense? Voltamos a ver o velho Inter ressuscitar mais um morto?

A situação não se alterou muito na terça-feira. Cheguei à conclusão que nos últimos 03 anos, pelo menos, dediquei mais tempo ao Colorado do que ele efetivamente merece. Poxa, tenho um filho pequeno que está crescendo e precisa muito mais de mim do que estou entregando. Ao final da tarde quarta-feira, já reintegrado ao grupo Colorado familiar, voltei a tomar parte das coisas do Inter, cambaleado por notícias nada agradáveis que dão conta que sequer se sabe se teremos zagueiro para jogar no domingo. O certo é que um no banco é pouco provável. Que coisa. A raiva, enfim, passou e deu lugar ao pavor.

E a verdade é essa que nos cerca, amigos Colorados aqui do BV: teremos um arremedo de defesa em campo, domingo, em São Paulo. E quando tudo está levando a crer em desastre, em se tratando de Internacional, é o que tende a acontecer, certo?

Talvez.

Se eu creio nisso?

Não.

Desculpem-me, quem aqui pensa o contrário e parece que são muitos. Porém, vir fazer terra arrasada e ficar se lamentando não fará com que os pontos perdidos em Chapecó sejam computados na tabela de classificação nos devolvendo a liderança. Tampouco servirá de salvo conduto para o próximo jogo. É chegada  hora de deixar a raiva de lado e passar a ter um pouco de fé no time, já que ainda temos chance, sim, de por si só sermos campeões.

Para tanto o time precisa focar nas “finais” que teremos pela frente. Mas nós, torcedores, também teremos que focar no positivismo. Convenhamos, ser pessimista a esta altura do campeonato em nada vai contribuir. É preciso sonhar que dá. É preciso imaginar que ninguém vai ganhar todas.

Para tanto é preciso que o time tenha força para superar as adversidades. Que o jogador que entra saiba que aquele ali pode ser o seu último jogo, então, é preciso dar a vida dentro de campo. Mas nós, torcedores, também precisamos ter força para empurrar o time a vencer mesmo não jogando um futebol grande coisa.

Temos que levantar, sacudir a poeira e seguir em frente.

Enfim, talvez seja só mais um otimismo barato meu, tal qual outros tantos que já apresentei por aqui. Mas, ainda meio irritado com o Inter, a verdade é que o coração bate mais forte quando penso que podemos ser tetra. Eu quero ser tetra! E sei que você também!

Vamos, pois, na base da FÉ, do FOCO e da FORÇA.

SEREMOS CAMPEÕES!

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