Começa a “tchêmpions”

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Definitivamente se publicitários dependessem da minha atenção para sobreviver, estariam em maus lençóis. Sou pouquíssimo observador no tocante a propaganda de todos os gêneros. Mas, as vezes, surgem exceções. Ontem, por exemplo, ouvi uma música numa rádio da Capital, um ritmo gaudério (por isso minha atenção), em que retrata o Gauchão como nossa “Champions League”. Hahahaha. É quase uma blasfêmia, vá lá, mas a música em si ficou boa.

Começa, hoje, para o Internacional, o Campeonato Gaúcho de 2020. Sou daqueles que concorda que deveríamos já jogar com uma divisão da base e ocupar o tempo para preparar o time para o restante do (longo) ano que vem pela frente. Por outro lado, todavia, temos uma hegemonia para defender, afinal, no Rio Grande Papai é o maior.

Antes, porém, gostaria de tecer alguns comentários sobre as contratações que aqui já estão. Não gostei dos laterais, como a grande maioria da torcida. Jogadores com muita força, mas pouca capacidade cognitiva de leitura de jogo, tal qual aqui já fora dito acerca do Pottker. Vou dar uma chance porque a princípio foram características pedidas pelo técnico, mas é uma chance só; Do volante Musto eu já falei. Sei que é da cota pessoal do treinador, mas fazia tempo que não tínhamos um camisa 5 de verdade, assim, por enquanto me agradou; do meio para frente temos as melhores contratações, a meu ver. Já gostava do Galhardo desde os tempos do Vasco e o Marcos Guilherme chega com boas referências, em que pese atuando numa liga sem competitividade alguma.

Ainda falta, a meu ver, um camisa 10, um centroavante e um zagueiro, já que Bruno Fuchs pode viver na seleção de base e Moledo lesionado. Quanto ao centroavante, a julgar a longa ausência do Guerrero (Brasileirão não vai parar na Copa América), creio que tem que buscar alguém com pinta de titular. No mais, daria chance aos garotos da base que precisam ser testados no time de cima. E antes que eu esqueça, acho que não se pode perder tempo discutindo a numeração dos jogadores. Eu não daria a 7 para o Pottker, mas vá que baixe a louca e ele jogue como nunca? Temos que acreditar na mística…

Retomando o assunto Gauchão, temos o freguesão Juventude pela frente. Um time a princípio melhor que o dos últimos anos, mas nada excepcional, convenhamos. Tem que ir a Caxias e ganhar. Não precisa ser de 7 ou de 8, mas tem que ganhar. Aliás, a despeito da declaração do FC, eu também quero ganhar o Gauchão, ainda que a reboque às outras competições que temos pela frente.

E, obviamente, sonho mais uma vez com o campeonato brasileiro. Se precisa focar em algo, este seria o meu destino.

Será que serei feliz?

E que comece a peleia da nossa “tchêmpions”.

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Author: Bruno Costa

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