Vontade de ganhar 4.4 (16)
Feb20

Vontade de ganhar 4.4 (16)

Difícil, convenhamos, falar sobre o jogo de ontem sem estar (ainda) embebecido em raiva e irritação. Que jogo ruim, barbaridade! Incrível como não conseguimos, ainda que por breve momento, se interessar por sair de lá com a vitória. Faltou vontade de ganhar. Nota-se que nos últimos dois anos passei aqui bradando que “time que tem medo de ganhar, perde”. Ao menos, o jogo de ontem nos trouxe desalentos, pois: na minha leitura não...

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Mais um jogo 5 (1)
Feb14

Mais um jogo 5 (1)

Clássico é clássico, eu bem sei, e a verdade é que queremos ganhar sempre. Para ampliar nossa hegemonia, manter flamante nosso coração e para fazer o outro lado se colocar no seu lugar e entender quem manda aqui no pago gaudério. Não é só mais um jogo. É só mais um jogo. Contradição? Pois é. Antes que taxado de louco eu seja, já adianto onde quero chegar: fosse minha a última palavra, amanhã jogaríamos com reservas. Vejam bem:...

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Mudança 0 (0)
Feb06

Mudança 0 (0)

O bom de ter um dia (talvez até algumas horas já bastam) para refletir acerca do futebol apresentado pelo Internacional é que se evita, ao fim e ao cabo, tornar definitivos alguns ranços e quem sabe até algum mal estar com outro Colorado que pensa diferente. Em se tratando de futebol, pois, a verdade de hoje é a mentira de amanhã e vice versa, como diria o filósofo…, enfim, deixa para lá. É claro que a ideia com quatro volantes...

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Considerações iniciais 0 (0)
Jan30

Considerações iniciais 0 (0)

Já referi que não se pode esperar muito milagre com alguns dias de pré-temporada; tampouco que Eduardo Coudet já deva ser cobrado fortemente pelas decisões tomadas ainda no seu terceiro jogo sob comando do time. Mas, convenhamos, não se pode tomar 3 gols do fraco São Luiz, de Ijuí, por mais respeito que mereça o time daquela, a meu ver, bela cidade. Não acho que é preciso direcionar uma crítica específica a determinado jogador, mas...

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Começa a “tchêmpions” 0 (0)
Jan23

Começa a “tchêmpions” 0 (0)

Definitivamente se publicitários dependessem da minha atenção para sobreviver, estariam em maus lençóis. Sou pouquíssimo observador no tocante a propaganda de todos os gêneros. Mas, as vezes, surgem exceções. Ontem, por exemplo, ouvi uma música numa rádio da Capital, um ritmo gaudério (por isso minha atenção), em que retrata o Gauchão como nossa “Champions League”. Hahahaha. É quase uma blasfêmia, vá lá, mas a música em si ficou boa....

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