Falta de vontade 0 (0)
Mar29

Falta de vontade 0 (0)

Em alusão ao abordado na semana passada, por mim, aqui, parece que também repousa sob este que vos escreve a dita falta de repertório, tal qual ocorre com o nosso treinador. Vejam que pensei em iniciar falando acerca da minha relação com a cidade de Novo Hamburgo, onde residi por mais de 15 anos e que mesmo isso não mudou minha leitura do jogo e do resultado, afinal, detesto o time local. Mas, obviamente, ninguém vem aqui para saber...

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INTER X NOVO HAMBURGO 0 (0)
Mar27

INTER X NOVO HAMBURGO 0 (0)

Hoje é dia para confirmar vaga, mas mais que isso, para ver o time jogar sem Pottker, sem D’Alessandro e sem Nico. E sem Edenilson. Acredito no rodízio, desde Aguirre fui defensor da modalidade de testar jogadores e incluir os jovens no grupo. Acho um acerto a mescla que hoje está prevista, com Roberto ao lado da zaga titular (embora não sei se podemos considerar Zeca ainda titular), e Nonato ao lado de Dourado. Nisso, acho que Odair...

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Agora Aguenta 0 (0)
Mar26

Agora Aguenta 0 (0)

Abrindo um pouco o leque das metáforas, vou confessar uma coisa: penso o futebol como um jogo de xadrez. Os dois jogos que facilmente chamam minha atenção. O futebol, assim como o tradicional jogo de tabuleiro, tem a sua estratégia, o posicionamento das peças (jogadores). Porém, sobretudo, o fundamental é que cada jogador tem a sua função básica definida por suas características físicas e também as, digamos, atléticas (aptidões...

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Os canhotos 0 (0)
Mar25

Os canhotos 0 (0)

Meu primeiro ídolo desde que passei a observar futebol, além de torcer, foi Ruben Paz. Sim, tive o privilégio de ver Falcão, Jair, Carpeggiani, Valdomiro, Figueroa, Dadá, Lula e Caçapava, entre tantos outros; vi aquela derrota por 5×4 contra o Cruzeiro, pela Libertadores, talvez um dos maiores jogos de futebol da história, mas era novo ainda para entender a movimentação do jogo, o xadrez da montagem do time. Aí veio Ruben Paz, um...

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Repertório 0 (0)
Mar21

Repertório 0 (0)

Nos meus mais de dez anos de atuação profissional na música posso afirmar que ao natural assumi a responsabilidade pela construção dos repertórios dos grupos musicais que fiz parte. Mais por fim, cheguei aquilo que considerei o ápice: o improviso. Dependendo de como se encaminhava o fandango (sim, sou gaudério) e como se comportava o povo na sala, eu chamava determinada música ou passava para outro ritmo. Claro que isso só era...

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